Para uma promissora caminhada pastoral, o envolvimento e empenho dos presbíteros e diocesanos é fundamental para os rumos da ação evangelizadora. A organização das pastorais, movimentos e toda estrutura da Igreja ajudam neste processo, principalmente quando os assuntos estratégicos tramitam pelas foranias.
Dom Edson Oriolo, bispo da Diocese de Leopoldina, define que a forania é o lugar do encontro, debate, partilha de experiências, resoluções pastorais e união de forças. Consiste em um agrupamento de paróquias representada por um vigário forâneo, que articula juntamente com o bispo, o desenvolvimento do ministério pastoral nas
regiões que compõe o território diocesano.
A Diocese de Leopoldina é composta por 63 paróquias, divididas nas seis foranias: Além Paraíba, Cataguases, Visconde do Rio Branco, Muriaé, Ubá e Leopoldina, que representam os 34 municípios da área episcopal.
Trata-se de uma diocese ampla, com diversas dimensões e um povo muito religioso deste sudeste brasileiro. Portanto, um desafio para o seu pastor em conduzir e fortalecer cada vez mais o trabalho, principalmente neste tempo tão desafiador.
Desta forma, para melhor estruturação dos trabalhos, estão sendo discutidos assuntos relacionados a importância do papel desempenhado nas foranias, bem como a formalização de um documento norteador, descrevendo a natureza, finalidade, competência, composição, objetivos, entre outros princípios que facilitarão os trabalhos em comunhão com outros grupos.
Para discutir o início deste trabalho, a Diocese de Leopoldina organizou uma videoconferência com os vigários forâneos para debater a formulação de um estatuto. Participaram do debate o bispo diocesano, dom Edson Oriolo, os padres Edson Ribeiro, (Forania de Cataguases); Alessandro Tavares Alves (Forania de Além Paraíba); Eduardo Francisco José da Silva (Forania de Muriaé); Oliveiro Teodoro Pereira (Forania de Ubá); Renato César Stampini Oliveira (Visconde do Rio Branco) e o padre Rômulo Gomes de Oliveira que, nesta ocasião, representou o vigário forâneo de Leopoldina, o padre Marcelo Sérgio Barros, que justificou a ausência.
Os termos do estatuto ainda serão formulados e discutido com os membros do Conselho dos Vigários Forâneos, criando um escopo para ser apreciado pelos padres de toda a área episcopal, sendo feitas adequações de acordo com a realidade da região.
