Nesta quinta‑feira, 23 de abril de 2026, ficou marcada pela forte comoção que tomou conta da Diocese de Leopoldina com a chegada da imagem peregrina de São Miguel Arcanjo. Ainda nas primeiras horas do dia, uma comitiva de sacerdotes da diocese seguiu para o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, para receber a imagem conduzida pelo Instituto Hesed e por missionários da iniciativa nacional “A Grande Reconquista”.
O percurso até Leopoldina transformou-se em verdadeira demonstração pública de fé, devoção e reverência. Viaturas da Polícia Rodoviária Federal acompanharam todo o translado e, em alguns trechos, com apoio de equipes das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e da Guarda Civil Municipal. Não à toa: São Miguel Arcanjo, “chefe dos exércitos celestes”, é tradicionalmente reconhecido como padroeiro dos profissionais que dedicam suas vidas à segurança pública — aqueles que protegem, defendem e enfrentam o mal diariamente.
Antes de chegar ao pórtico de entrada da cidade, a comitiva fez uma breve parada no pátio de uma empresa de transportes, onde ocorreu um momento de adoração. A pausa para o almoço — na casa de uma devota conhecida por sua profunda ligação com o Arcanjo — reuniu fiéis que aproveitaram a ocasião para rezar o santo rosário e se aproximar da imagem, conduzida em uma viatura da Polícia Militar especialmente ornamentada.
No pórtico da cidade, a recepção ganhou contornos simbólicos: o prefeito Pedro Augusto Junqueira Ferraz entregou as chaves de Leopoldina, depositando-as sob a proteção de São Miguel Arcanjo. A partir dali, a carreata seguiu por diversos pontos da cidade, passando pelo Santuário São José Operário, pela Matriz São Benedito, pela Matriz Nossa Senhora do Rosário e pela Catedral de São Sebastião. Em cada parada, orações, cânticos e gestos de devoção reuniram paroquianos, visitantes e curiosos atraídos pela forte mobilização espiritual.
A jornada culminou na Catedral de São Sebastião, onde uma Santa Missa solene marcou oficialmente o acolhimento da imagem peregrina. A celebração foi presidida pelo padre Wallace Andrade Teixeira e concelebrada pelos padres Agnaldo dos Reis Ferraz, Paulo Emílio Carneiro Xavier, Wanderson Paulo, Adilson José Dias Nery, João Victor Melo Martins, Márcio José Ferreira Júnior e Rodrigo de Carvalho. O clima era de emoção compartilhada, comoção visível e expectativa por aquilo que ainda está por vir.
Expectativa para esta sexta-feira (24): o dia da consagração da Diocese a São Miguel Arcanjo
Após um dia inteiro de peregrinação, oração e acolhida fervorosa, a Diocese de Leopoldina vive agora a expectativa para a sexta‑feira, dia em que será realizada a solene consagração da diocese a São Miguel Arcanjo. O momento é aguardado com grande empenho pelas paróquias, pelos movimentos pastorais e pelas famílias que têm acompanhado com profunda fé a missão “A Grande Reconquista”.
A consagração representa não apenas um marco espiritual, mas também um gesto de unidade: um ato público pelo qual toda a diocese se coloca sob a proteção daquele que, segundo a tradição da Igreja, combate os espíritos das trevas e defende o povo de Deus.
A expectativa é que fiéis de diversas cidades participem da celebração, que reunirá um grande número de fiéis. O clima nas comunidades é de oração intensa, preparação e esperança. Muitos enxergam a consagração como um tempo de renovação espiritual, combate às tribulações e fortalecimento da fé de todo o povo diocesano.
A sexta‑feira promete ser um dia histórico, marcado por profunda devoção e pela certeza de que São Miguel Arcanjo seguirá guiando e protegendo a Diocese de Leopoldina em sua caminhada de evangelização.
Crédito de imagens: João Gabriel, Larissa e Isabela











































































