Ministérios Ordenados
Texto bíblico: Mc 6, 30-37
Chave de leitura: “Se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida. Mais do que o temor de falhar, espero que nos mova o medo de nos encerrarmos nas estruturas que nos dão uma falsa proteção, nas normas que nos transformam em juízes implacáveis, nos hábitos em que nos sentimos tranquilos, enquanto lá fora há uma multidão faminta e Jesus repete-nos sem cessar: dai-lhes vós mesmos de comer” (EG 49).
- Leitura: o que diz o texto em si?
Criar silêncio interior, predispondo-se a escutar. Momento de silêncio, lembrando-se do que leu. Considerar bem o sentido de cada frase. Estar atento aos detalhes do texto.
- Meditação: o que o texto diz para mim?
Ler de novo o texto. Assimilar e encarnar a Palavra, ligando-a com a vida. Questionar-se a partir do texto, deixar-se envolver pelas provocações. Associar com a chave de leitura indicada acima.
- Oração: o que o texto me faz dizer a Deus?
Ler novamente o texto. Assumir um compromisso, criar preces para suplicar, louvar e bendizer a Deus. Recitar um salmo que expresse o sentimento que está em nós
- Contemplação: olhar a vida com os olhos de Deus.
Qual o novo olhar que possuo depois de rezar essa leitura do Evangelho?
Como tudo isso me pode ajudar a viver melhor o meu compromisso de vida? Como pensar minha vocação a partir daí?
Que desafios descobri para me aperfeiçoar como discípulo de Jesus?
Leigos
Texto bíblico: Mc 4, 1-9
Chave de leitura: “A alegria do Evangelho, que enche a vida da comunidade dos discípulos, é uma alegria missionária. Experimentam-na os setenta e dois discípulos que voltam da missão cheios de alegria (cf. Lc 10, 17). Vive-a Jesus, que exulta de alegria no Espírito Santo e louva o Pai, porque sua revelação chega aos pobres e pequeninos (cf. Lc 10, 21). Sentem-na, cheios de admiração, os primeiros que se convertem no pentecostes, ao ouvir “cada um na sua própria língua” (At 2, 6) a pregação dos Apóstolos. Esta alegria é um sinal de que o Evangelho foi anunciado e está a frutificar. Mas contém sempre a dinâmica do êxodo e do dom, de sair de si mesmo, de caminhar e de semear sempre de novo, sempre mais além. O Senhor diz: “vamos para outra parte, para as aldeias vizinhas, a fim de pregar aí, pois foi para isso que Eu vim” (Mc 1, 38). Ele, depois de lançar a semente num lugar, não se demora lá a explicar melhor ou a cumprir novos sinais, mas o Espírito leva-O a partir para outras aldeias” (EG 21).
- Leitura: o que diz o texto em si?
Criar silêncio interior, predispondo-se a escutar. Momento de silêncio, lembrando-se do que leu. Considerar bem o sentido de cada frase. Estar atento aos detalhes do texto.
- Meditação: o que o texto diz para mim?
Ler de novo o texto. Assimilar e encarnar a Palavra, ligando-a com a vida. Questionar-se a partir do texto, deixar-se envolver pelas provocações. Associar com a chave de leitura indicada acima.
- Oração: o que o texto me faz dizer a Deus?
Ler novamente o texto. Assumir um compromisso, criar preces para suplicar, louvar e bendizer a Deus. Recitar um salmo que expresse o sentimento que está em nós
- Contemplação: olhar a vida com os olhos de Deus.
Qual o novo olhar que possuo depois de rezar essa leitura do Evangelho?
Como tudo isso me pode ajudar a viver melhor o meu compromisso de vida? Como pensar minha vocação a partir daí?
Que desafios descobri para me aperfeiçoar como discípulo de Jesus?
Religiosos
Texto bíblico: Mc 4, 26-29
Chave de leitura: “como nem sempre vemos estes rebentos, precisamos de uma certeza interior, ou seja, da convicção de que Deus pode atuar em qualquer circunstância, mesmo no meio de aparentes fracassos, porque “trazemos este tesouro em vasos de barro” ( 2 Cor 4, 7). Esta certeza é o que se chama “sentido de mistério”, que consiste em saber, com certeza, que a pessoa que se oferece e entrega a Deus por amor, seguramente será fecunda (cf. Jo 15, 5). Muitas vezes esta fecundidade é invisível, incontrolável, não pode ser contabilizada. A pessoa sabe com certeza que sua vida dará frutos, mas sem pretender conhecer como, onde ou quando; está segura de que não se perde nenhuma das sua obras feitas com amor, não se perde nenhuma das suas preocupações sinceras com os outros, não se perde nenhum ato de amor a Deus, não se perde nenhuma das sua generosas fadigas, não se perde nenhuma dolorosa paciência. Tudo isso circula pelo mundo como uma força de vida. Às vezes invade-nos a sensação de não termos obtido resultado algum com nossos esforços, mas a missão não é um negócio nem um projeto empresarial, nem mesmo uma organização humanitária, não é um espetáculo para que se possa contar quantas pessoas assistiram devido à nossa propaganda. É algo de muito mais profundo, que escapa a toda e qualquer medida. Talvez o Senhor se sirva da nossa entrega para derramar bênçãos noutro lugar do mundo, aonde nunca iremos […] no meio da nossa entrega criativa e generosa, aprendamos a descansar na ternura dos braços do Pai” ( EG 279).
- Leitura: o que diz o texto em si?
Criar silêncio interior, predispondo-se a escutar. Momento de silêncio, lembrando-se do que leu. Considerar bem o sentido de cada frase. Estar atento aos detalhes do texto.
- Meditação: o que o texto diz para mim?
Ler de novo o texto. Assimilar e encarnar a Palavra, ligando-a com a vida. Questionar-se a partir do texto, deixar-se envolver pelas provocações. Associar com a chave de leitura indicada acima.
- Oração: o que o texto me faz dizer a Deus?
Ler novamente o texto. Assumir um compromisso, criar preces para suplicar, louvar e bendizer a Deus. Recitar um salmo que expresse o sentimento que está em nós
- Contemplação: olhar a vida com os olhos de Deus.
Qual o novo olhar que possuo depois de rezar essa leitura do Evangelho?
Como tudo isso me pode ajudar a viver melhor o meu compromisso de vida? Como pensar minha vocação a partir daí?
Que desafios descobri para me aperfeiçoar como discípulo de Jesus?
Família
Texto bíblico: Mc 7, 24-30
Chave de leitura: “ a fé significa também acreditar Nele, acreditar que nos ama verdadeiramente, que está vivo, que é capaz de intervir misteriosamente, que não nos abandona, que tira bem do mal com o seu poder e a sua criatividade infinita. Significa acreditar que Ele caminha vitorioso na história […] a ressurreição de Cristo produz por toda a parte rebentos deste mundo novo; e, ainda que os cortem, voltam a despontar, porque a ressurreição do Senhor já penetrou a trama oculta desta história; porque Jesus não ressuscitou em vão. Não fiquemos à margem desta marcha da esperança viva” ( EG 278).
- Leitura: o que diz o texto em si?
Criar silêncio interior, predispondo-se a escutar. Momento de silêncio, lembrando-se do que leu. Considerar bem o sentido de cada frase. Estar atento aos detalhes do texto.
- Meditação: o que o texto diz para mim?
Ler de novo o texto. Assimilar e encarnar a Palavra, ligando-a com a vida. Questionar-se a partir do texto, deixar-se envolver pelas provocações. Associar com a chave de leitura indicada acima.
- Oração: o que o texto me faz dizer a Deus?
Ler novamente o texto. Assumir um compromisso, criar preces para suplicar, louvar e bendizer a Deus. Recitar um salmo que expresse o sentimento que está em nós
- Contemplação: olhar a vida com os olhos de Deus.
Qual o novo olhar que possuo depois de rezar essa leitura do Evangelho?
Como tudo isso me pode ajudar a viver melhor o meu compromisso de vida? Como pensar minha vocação a partir daí?
Que desafios descobri para me aperfeiçoar como discípulo de Jesus?
Oração do Papa Francisco a Nossa Senhora
Virgem e mãe Maria, vós que, movida pelo Espírito, acolhestes o Verbo da vida na profundidade da vossa fé humilde, totalmente entregue ao Eterno, ajudai-nos a dizer o nosso “sim” perante a urgência, mais imperiosa do que nunca, de fazer ressoar a Boa-Nova de Jesus. Vós, cheia da presença de Cristo. Levastes a alegria a João, o Batista, fazendo-o exultar no seio de sua mãe. Vós estremecendo de alegria, cantastes as maravilhas do Senhor. Vós, que permanecestes firme diante da Cruz com uma fé inabalável, e recebestes a jubilosa consolação da ressurreição, reunistes os discípulos à espera do Espírito para que nascesse a Igreja evangelizadora. Alcançai-nos agora um novo ardor de necessitados para levar a todos o Evangelho da vida que vence a morte. Dai-nos a santa ousadia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga. Vós, virgem da escuta e da contemplação, mãe do amor, esposa das núpcias eternas intercedei pela Igreja, da qual sois o ícone puríssimo, pra que ela nunca se feche nem se detenha na sua paixão por instaurar o Reino. Estrela da nova evangelização, ajudai-nos a refulgir com o testemunho da comunhão, do serviço à fé generosa, da justiça e do amor aos pobres, para que a alegria do Evangelho chegue até os confins da terra e nenhuma periferia fique privada de sua luz. Mãe do Evangelho vivente, manancial de alegria para os pequeninos, rogai por nós. Amém. Aleluia!
